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França

Cote dAzur EMBARQUE IMEDIATO

Cote d’Azur 2014 Novas Descobertas da Catarina em Paris

A Cote é formada por diversas cidadezinhas lado a lado. Na primeira vez que visitei, foi de carro, então fiz a costa em alguns dias parando nas cidades que mais tive empatia naquela hora. Dessa vez ficamos em Nice, na casa do meu sogro e vi, não do lado de fora, como funciona o veraneio francês, afinal muitas famílias parisienses tem casas de praia por lá, não apenas em Nice, mas Cannes, Saint Jean Cap Ferrat e assim por diante.

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Durante o tempo que estive, passamos nossos dias de barco, com paradas estratégicas, numa dessas conheci o restaurante Le Repère Solarium – Moonarium, em Mandelieu La Napoule. Nele é possível chegar de barco ou de carro, não indico tanto pela comida, nem pelo agito, mas pelo belo local. Se estivesse sem barco na região, seria ali que certamente iria pegar um sol e passar o dia em suas espreguiçadeiras, já que as praias  são de pedrinhas. Ele fica na costa, sobre as rochas, com um deck decorado estilo bord de mer e uma espécie de piscina no mar (parte do mar foi circulado por um molhe com uma providencial escada garantindo o acesso),  trés charmant…

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Quando a noite cai, jovens de todas as frentes só pensam em se jogar nos embalos de Cannes, e suas cagoles, as sulistas, as piris de lá – não vai dizer que você achava periguetar  era uma exclusividade nossa? A animação pega geral.

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Mas é o Principado de Mônaco que exerce um “real” fascínio  e sugere uma noite romântica, com a vista extraordinária da La Trattoria de Alain Ducasse. Para anotar já: o estilo do resto é simples despojado, com massas penduradas, balcão de antepastos, mas não se engane, tido como o lugar para ver e ser visto, a descontração aqui é estudada, o público é fancy, um tipo de chic meio old school, ou talvez seja apenas a minha impressão  geral do principado. No menu, mix de antepastos deliciosos, uma carta de vinho excelente, pratos italianos não tão óbvios, e os melhores petit fois que já provei, com destaque para o suspiro com recheio de macadamia. E para empolgados, é bom saber que um dos melhores clubs da região, o Jimmy’z fica bem embaixo do resto. Posição estratégica.

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EMBARQUE IMEDIATO Uma Catarina em Paris

CURSO DE FRANCÊS NA FRANÇA

A Patricia Picoviski, avec unne affection particuliére

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Quando decidi passar #100dias em Paris, tinha entre poucas certezas, uma urgente: deveria aprender a língua. Obstáculo: um namorado francês que fala tão bem o Português, que até “ousa” me corrigir. Imagina eu arriscar assassinar a língua pátria dele?! A  favor, o meu lado esteta que sempre grita mais alto: francês é lindo demais.

Embora o Gary fale perfeitamente o português, para as outras relações/situações era extremamente necessário aprender, até por uma questão de educação e sobrevivência social. Mesmo que alguns amigos falem inglês e até seus avós, todos preferem conversar na sua língua quando estão em maioria. Sem falar na independência, porque fora do circuito turístico, não raramente, não se fala inglês.

Com esse foco, procuramos diversos cursos, dos mais conhecidos como Cultura Francesa, Sorbonne, à cursos e escolas menores. A Sorbonne tem realmente uma fama incrível, todos que fazem amam, mas seus planos são mais extensos e restritivos. Já Cultura Francesa, embora tenha boa reputação, a secretária mal conseguia conjugar os verbos (segundo o Gary), e ela estudou lá. Mas, eu ainda queria que fosse próximo de onde moramos, para poder ir e vir, sem ficar dependente, e que fosse um programa de mês a mês ou semanal, para fazer conforme a gente estivesse na cidade e tendo liberdade para viajar.

Depois de muito ponderar, optei pelo Institut de Langue Francaise, há 10min andando de casa, um curso de 10horas semanais, 2h todos os dias da semana, por dois meses, cada mês um nível diferente, após passar por um teste. São ao todo 5 níveis. Imagina a minha frustração ao saber que depois de 2 meses eu seria uma A2, ou seja, uma “survival”, como eles chamam. Frustração essa que se dissipou no fim do primeiro mês, quando tudo começa a fazer mais sentido, você já pode compreender, pelo mesmo 60% das conversas de francês para francês. Comparando um curso no Brasil com um na França, segundo minha professora, um estudante de 2 meses daqui tem o mesmo nível de um de 4 anos no Brasil. E se no Brasil, a média é 7 anos para se formar na língua, na França, para nacionalidades que derivam do latim feito a nossa, fica em torno de 6 meses.

Mas, observei que não diferente de todo o currículo escolar, o que faz toda a diferença é o professor. Antes desses dois meses, fiz na mesma escola um curso de 4horas particulares com uma professora diferente. Pensava que por ser particular, tivesse um  peso maior. Bem, minha professora era um amor, mas, talvez por ser muito nova, sem muita experiência em ensinar, não me serviu de muita coisa, e nesses dois meses passei por três professores, a minha, Patricia Picovski, e outros dois, repondo aula em horários diferentes. Daí pude ter uma melhor referência e perceber a sorte que tive.

Se eu puder dar um conselho apenas, peça pela Patricia, que tem 24 anos de ensino, por tanto muita experiência, uma energia entusiasmada e ama o que faz. Também não é preciso fazer 20h por semana, além de cansativo, e portanto pouco assimilativo, o programa é o mesmo, o que muda é a prática. E nada como praticar fora da sala, no taxi, no café, no bistro.. Indico o curso para qualquer um que goste da língua, mesmo que por uma única semana se for o caso, as aulas te mostram uma Paris diferente, você começa a perceber o Parisiense e seus costumes, e a fazer parte. O francês não é certamente a língua mais fácil, tudo que parece não é, mas vale a pena. Só comece do principio, sempre na primeira semana do mês, principalmente se for iniciante. Embora te permitam começar depois, muito conteúdo é passado e você pode ficar completamente perdido.

No curso se encontram múltiplas nacionalidades, mas o Brasil, no período que fiz, dominava com até 4 Brasileiros uma sala de 10. Na primeira semana usa-se muito  o inglês, depois vai diminuindo, até o ponto que quase não se fala, salvo por alguns momentos de pânico, rs. Mas não se desespere se o nível do inglês não for dos melhores, dicionários e tradutores estão aí para nos ajudar. E no fim, com vontade, Voilá… tudo flui.

BELEZA&SAÚDE

Nécessaire de La Plage

Se tem uma coisa que me dá prazer aqui são as farmácias. No Brasil, Farmácia, com poucas exceções como a nossa Eficácia, Solarea, ainda são sinônimos purgantes de remédio. Aqui, é uma festa de dermocosméticos e ótimos produtos! Muitas são as seções queridinhas, como a das vitaminas, de marcas francesas como Lirac, Nuxe, Caudalie, Avene. Mas é nessa época de Verão que tudo tem mais cor e graça, inclusive as prateleiras, de tons amarelo, dourado, marrom.. prometendo o bronze das francesas, não um caramelo qualquer, mas um chocolat fondant.

Dica V+A: se estiver em Paris e for para alguma região das praias, compre os produtos do verão lá, com muito mais opção e esclarecimento sobre, também não perca tempo na Sephora, a farmácia nesse caso tem a melhor seleção. Tirando os clássicos como vitaminas antes do sol, moroccanoil, evian eau minérale, óleo nuxe, prolongador de bronzeado Lirac, já comentado aqui, vamos as novas descobertas:

Produtos verão

  1. Sunific solaire3, lait fondant irisé activateur de bronzage anti-âge spf 6, Lierac – brozeador com baixa proteção, em creme, sem cor para não manchar o biquíni e com brilho sutil, sem falar do cheirinho que como toda a linha Lirac é uma delícia.
  2. Creme delicieuse visage haute protection, protection cellulaire anti-age bronzage sublime 30, Nuxe – filtro delicioso, deixa a pele sedosa, não oleosa, sem cor e tem otimo aroma. Dica: para deixar a pele homogênea aplico antes de sair um bb cream e faço as reaplicações com filtro normal, mais leve e sem precisar de espelho.
  3. Lait corps a l’orange au beurre de karite bio, Delarom – hidratante com manteiga de karite, vitamina E entre outras coisas, para hidratar muito depois do sol!! Indicação da farmacêutica mais que aprovada! Diferente dos produtos com karite, que geralmente são grossos e gordurosos, esse é fino mas não menos hidratante, e tem o aroma suave e delicioso de laranja.
  4. Crème acquaconfort à l’aloe vera bio, Delarom – hidratante leve, sem aroma, refrescante para o rosto depois do sol.